terça-feira, 15 de novembro de 2011

Aonde está a nossa fartura?


O universo e o mundo são ricos em grande demasia, alguém duvida disto? Mas se assim o é, por onde anda tanta riqueza? O que há que observamos tanta miséria pelo mundo e ao nosso redor? Por que tanto desequilíbrio assim? O sistema moderno obriga a maioria das pessoas a trabalharem apenas para garantirem a sobrevivência com certa dignidade e, muitas e muitas vezes, nem a isto corresponde! Muitos dizem, talvez com certo exagero, ou não, que os antigos escravos tinham uma vida melhor e mais tranquila que os cidadãos ditos livres de hoje em dia. Impostos e mais impostos, onde vai parar todo este dinheiro? Especulações nas bolsas de valores e juros e mais juros bancários, para onde vai tudo isto? Grandes fortunas, concentração de renda nas mãos de uns poucos, grande miséria para a exuberante maioria da população. Observamos pelo situação atual uma grande sangria no sistema capitalista mundial. E esta sangria, inevitavelmente, levará à morte todo o sistema atual, como vemos já hoje a derrocada de grandes e prósperas nações e até mesmo a possibilidade de falência de continentes inteiros. O processo econômico é "canibal", pois ele mesmo se auto devorará até a sua própria morte. Mas qual o defeito que há para que isto esteja assim por acontecer? Há a falta de união e organização das maiorias, apenas isto. As minorias comandam e saqueiam a maioria desorganizada e esta não se organiza para poder mostrar seu poder e participar de toda a riqueza que lhe é de direito e obrigação! Digo sim, obrigação, pois temos que encarar a obrigação de sermos felizes e plenamente satisfeitos com a fartura que este mundo nos oferece. Podermos estender isto à nossa família, descendência e também ao nosso próximo. A proposta trazida pelo novo modelo de mercado, a longo prazo, trará esta expectativa, onde, não só proporcionará uma redistribuição mais justa da atual renda, como também a sua multiplicação com grande abundância. O melhor de tudo isto, o mais impressionante, é que seus efeitos iniciais poderão ser sentidos de imediato, por todo aquele que de perto nos acompanhar em um breve futuro. Basta acreditar!